Cenários para a próxima década
Três futuros possíveis para o Benfica num campeonato que perde relevância europeia ano após ano.
Projectar não é prever. É desenhar futuros suficientemente distintos para que as decisões de hoje se revelem.
No primeiro cenário, o Benfica consolida-se como clube-formador de referência e aceita a condição de fornecedor. Ganha estabilidade, perde ambição desportiva.
No segundo, procura competir por permanência europeia sustentada, aceitando anos de resultado negativo. É o cenário mais caro e o único com hipótese de ruptura.
No terceiro — o mais provável, e por isso o menos discutido — nada muda. O clube oscila entre os dois anteriores conforme o humor de cada época. É a inércia disfarçada de estratégia.